Estou me desvirtuando.
Ao alcance de minha própria imagem,
estou quase lá!
Onde foi que me perdi?
Minha individualidade,
minha personalidade,
minhas qualidades,
viu-as?
Avise-me, por favor, se encontrá-las!
Não quero que volte a ocorrer.
Não quero indentificar-me na insanidade,
tresloucada.
Em perfeita consciência,
sei que voltarei a sentir-me confortável
e amável.
Até lá,
meu corpo está,
lentamente,
aprendendo a descansar
desta terrível tensão
que condena-me, literalmente.
sábado, 8 de agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Ódio I
Hoje sinto-me em desgaste.
Minha pele está vermelha
ou já roxa.
Minhas mãos incrivelmente inquietas
demonstram minha compulsão.
Mas o que esse ódio
que vem da diversão e
dos costumes alheios,
e do meu amor,
tem que tanto me afeta?
Olhei para a Lua pela terceira vez
procurando minha paz,
minha calma,
e encontrei-a olhando-me torto,
e previ minha queda.
Esta sensação
tão forte
deixou-me descontrolada.
Alterou-se loucamente
em meu usual sentimentalismo.
Hoje sinto-me,
mais uma vez,
afundando.
A Lua visitou-me inteiramente,
e finalmente, condenei-me.
Minha pele está vermelha
ou já roxa.
Minhas mãos incrivelmente inquietas
demonstram minha compulsão.
Mas o que esse ódio
que vem da diversão e
dos costumes alheios,
e do meu amor,
tem que tanto me afeta?
Olhei para a Lua pela terceira vez
procurando minha paz,
minha calma,
e encontrei-a olhando-me torto,
e previ minha queda.
Esta sensação
tão forte
deixou-me descontrolada.
Alterou-se loucamente
em meu usual sentimentalismo.
Hoje sinto-me,
mais uma vez,
afundando.
A Lua visitou-me inteiramente,
e finalmente, condenei-me.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Equilíbrio
É preciso um equilíbrio entre as forças do bem e do mal.
Imagine o oposto.
Entre o desleixo e a vaidade,
o controle e a compulsividade,
a ilusão e a realidade,
a calma e a ansiedade,
a tristeza e a felicidade,
a utilidade e a inutilidade,
tendo ao pior.
Estou persistindo em meu equilíbrio,
mas é uma corda bamba.
Mesmo após tantas quedas,
ao subir desequilibro,
caio,
e afundo.
Imagine o oposto.
Entre o desleixo e a vaidade,
o controle e a compulsividade,
a ilusão e a realidade,
a calma e a ansiedade,
a tristeza e a felicidade,
a utilidade e a inutilidade,
tendo ao pior.
Estou persistindo em meu equilíbrio,
mas é uma corda bamba.
Mesmo após tantas quedas,
ao subir desequilibro,
caio,
e afundo.
domingo, 2 de agosto de 2009
Jogos
Ambos por Kylmer, o urso.
Lasciva e minorada,
Uma doce alma sem paz.
Iluminada, eu senti
Zonza, porém, és tu,
Apaixonada pelo imoral.
__________________________
Lírica, lenta, calma e só.
Uma intocável alma voraz.
Iluminada nas sombras, carente de dó.
Zombar é de fato o que a satisfaz.
Ao menos enquanto se afasta do fim,
Luiza se banha em um sonho carmim.
Lasciva e minorada,
Uma doce alma sem paz.
Iluminada, eu senti
Zonza, porém, és tu,
Apaixonada pelo imoral.
__________________________
Lírica, lenta, calma e só.
Uma intocável alma voraz.
Iluminada nas sombras, carente de dó.
Zombar é de fato o que a satisfaz.
Ao menos enquanto se afasta do fim,
Luiza se banha em um sonho carmim.
Reflexão I - Diferenças
As diferenças dos homens
causou a ira de alguns,
o interesse de outros,
e a minha confusão sobre ambos.
causou a ira de alguns,
o interesse de outros,
e a minha confusão sobre ambos.
O Sol
Logo cedo,
acordei de meus pesadelos;
agora ofuscados pelo Sol,
mas relembrados em devaneios.
Uma súbita emoção que me alucina,
em segundos da mais pura sanidade.
A alegria, em meio a risos furtados,
desperta-me de um sono pesado.
Levanto-me com lembranças
de noites turbulentas,
mas repiro fundo,
tranquilizada por um calor aconchegante.
Este Sol, durante o dia,
nunca se esconderia de mim.
Sinto-me mais segura,
pois, ao amanhecer, sempre está de volta.
Antes de se pôr,
mesmo durante seu grandioso espetáculo,
é meu maior ouvinte,
e consigo prosseguir a refletir.
acordei de meus pesadelos;
agora ofuscados pelo Sol,
mas relembrados em devaneios.
Uma súbita emoção que me alucina,
em segundos da mais pura sanidade.
A alegria, em meio a risos furtados,
desperta-me de um sono pesado.
Levanto-me com lembranças
de noites turbulentas,
mas repiro fundo,
tranquilizada por um calor aconchegante.
Este Sol, durante o dia,
nunca se esconderia de mim.
Sinto-me mais segura,
pois, ao amanhecer, sempre está de volta.
Antes de se pôr,
mesmo durante seu grandioso espetáculo,
é meu maior ouvinte,
e consigo prosseguir a refletir.
A Lua
As noites cegaram-me
e pude apenas me escutar.
Minha testemunha é a Lua,
que tornou a surgir para mim
após esta perseguição.
Admirei-a com o olhar.
Fitei-a e condenei-me.
Estive, durante esta corrida,
a pensar,
a refletir sobre a escuridão.
Desde então,
a Lua, com seu melhor aspecto,
visitou-me pela segunda vez.
Conclusões não ainda feitas,
mas que o Sol está a raiar, está.
e pude apenas me escutar.
Minha testemunha é a Lua,
que tornou a surgir para mim
após esta perseguição.
Admirei-a com o olhar.
Fitei-a e condenei-me.
Estive, durante esta corrida,
a pensar,
a refletir sobre a escuridão.
Desde então,
a Lua, com seu melhor aspecto,
visitou-me pela segunda vez.
Conclusões não ainda feitas,
mas que o Sol está a raiar, está.
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